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Encontro GeraçãoJC em Boa Vista (RR)

21 de Julho de 2008 por cpad

 

ENCONTRO GERAÇÃOJC EM BOA VISTA (RR)

  A 2ª edição do Encontro GeraçãoJC, que aconteceu em Boa Vista, foi uma bênção. Durante o sábado, 19/07, 2,4 mil jovens assistiram palestras sobre assuntos de interesse para toda a juventude.

  Separamos algumas fotos. Os comentários ficam por conta de quem esteve lá e aproveitou. 

(E não esqueçam que no próximo mês teremos mais uma edição, em Vila Velha - ES)

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A Assembléia de Deus em Boa Vista reuniu 2,4 mil jovens

 

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Todos os participantes receberam kit com apostila, bloco, caneta, folder, crachá, ticket para almoço e lanche, um exemplar da GeraçãoJC, além de participarem de sorteios de brindes

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Pastor Antônio Mesquita, gerente do Setor de Jornalismo da CPAD, dirigiu o Encontro GeraçãoJC na noite de sexta-feira e durante o sábado

 

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Pastor Silas Daniel ministrou a Palavra no culto de abertura, sexta-feira dia 18, e palestrou no sábado sobre Vida espiritual e chamada ministerial

 

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A psicóloga Valquíria Salinas abordou Problemas que afligem a juventude cristã

 

 

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Pastor Jamiel Lopes mais uma vez conquistou os jovens com a palestra Namoro e casamento sob a ótica cristã

 

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Estreando nessa edição do Encontro, Reinaldo Santos emocionou os jovens ao final da palestra Bíblia: aplicação no sucesso pessoal e profissional

 

 

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Marcelo Santos e Lília Paz entoaram louvores a Deus durante todo o Encontro

 

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A mensagem do culto de encerramento, na noite do sábado, ficou por conta do pastor Josué Brandão

 

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E como não homenagear essa galera tão bonita que ajudou a fazer esse evento acontecer? Obrigada, pessoal, vocês foram fundamentais

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Nova seção: Destaque

16 de Julho de 2008 por cpad

Nova seção: Destaque

     Um novo espaço foi criado para divulgar projetos realizados por jovens nas igrejas de todo o país. Por isso, se você participa ou conhece algum trabalho interessante, envie um email para geracaojc@cpad.com.br com as informações sobre o projeto, fotos e telefones de contato. A seção intitulada Detaque ocupará o espaço deixado pelo É a vida. Como muitos leitores observaram, na edição 65, a Letícia se despediu de nós, mas, para quem sentir saudades, deixou seu contato e a indicação de seu livro Diário de Letícia, publicado pela CPAD.

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Pode Falar na íntegra

2 de Julho de 2008 por cpad

Olá, pessoal! A pergunta do Pode Falar dessa edição rendeu muito mais do que esperávamos. Foram vários relatos de experiências com Deus que não cabiam em apenas 350 caracteres. Por isso, resolvemos compartilhar com vocês os relatos na íntegra. Confira abaixo essas riquezas: 

pode-falar-leo.JPG Leonardo Marques Rodrigues, 22 anos

A minha história de oração que foi atendida por Deus foi um daqueles momentos inesquecíveis, que realmente você passa a ter mais intimidade, a querer orar mais. Foi algo tremendo o que aconteceu comigo e que até hoje eu penso, revivo e me alegro. Sempre gostei de tocar e, desde novo faço parte da equipe de louvor da igreja. Mas houve um tempo que andei parado, estacionado e voltei com uma vontade de tocar de novo. Deus encheu meu coração de vontade de adorar através da bateria e vi que, quando voltei, não estava conseguindo acompanhar o ritmo dos outros.

Foi então que coloquei na minha cabeça que eu precisava ter aulas ou uma bateria em casa. Aula era impossível porque eu trabalho, faço faculdade e não ia conseguir arrumar pagar também. Ter uma bateria em casa seria perfeito para mim, porque manteria minha “pegadaâ€, ensaiaria em casa e, na hora do ensaio e do louvor, seria muito mais fácil para mim, eu não me cansaria como estava me cansando. Falei para os meus pais que queria uma bateria e vi que da parte deles não teve condições nenhuma. Primeiro: “você é louco de colocar uma bateria em casa…â€. Até aí tudo bem porque eu tinha um projeto de fazer um estúdio, mas, mesmo assim, faltava a parte principal: financeira.

Uma bateria hoje em dia é muito cara. Fiz um plano, um projeto de um mês eu não pagar a faculdade e investir nessa bateria. Só que também não deu certo porque eu não quis. Senti um peso de pedir aos meus pais para pagar minha faculdade, não queria ajuda financeira dos meus pais. Deles eu não quero dinheiro, já estão investindo em mim em tantas coisas…

Foi então que comecei a orar a Deus. Falei: “Poxa, Deus, eu queria tanto, mas não tenho condiçõesâ€. No domingo, falei para uns amigos, que estavam no mesmo projeto de estúdio que eu: “Já era. Desisti. Não tem como. Vamos inventar outra coisa para mim porque bateria não dáâ€. No dia seguinte, li um livro, que é uma história real. O personagem orava e, no dia seguinte, conseguia a benção. E o versículo que ele falou, tomei para mim: “tudo que pedires em meu nome, eu dareiâ€. Quando li aquilo, senti uma força, uma vontade de lutar. Eu estava pensando que não tinha direito de pedir mais nada para Deus porque ele já estava me abençoando muito, já estava abrindo portas para mim e eu não me achava no direito de pedir coisas materiais. “Bênçãos materiais não vou pedir maisâ€.

Mas depois daquela palavra, senti uma vontade de orar. “Quer saber, se a Palavra de Deus diz, então vou colocar essa Palavra à prova†Eu estava no meu trabalho, fui ao banheiro, ajoelhei e falei: “Jesus, eu quero que aconteça como aconteceu com ele, com esse personagem. Queria minha bênção amanhã, se fosse possível, porque a sua Palavra diz que tem que se cumprirâ€.

Na terça-feira, eu estava dormindo, minha mãe me balançou e disse: “Léo, eu estou indo emboraâ€, porque ela vai trabalhar e me deixa dormindo. Mas ela voltou e falou “Ah, a Bruna [minha irmã] vai te dar a bateriaâ€. Eu estava meio sonolento. Mas quando cheguei aqui no trabalho, liguei para ela e ela falou: “A Bruna falou comigo que vai te dar a bateria de presente†Eu falei: “Não, não queroâ€. Falei a manhã toda que não queria. Mas, quando eu estava almoçando, Deus falou comigo assim: “Você não pediu? Ela não está te dando por caridade. Eu estou usando ela para te darâ€. Pensei “Realmente, não é ela que está me dando. Deus está usando a Bruna para me darâ€.

Liguei para a minha mãe novamente e falei que podia falar para ela que eu queria. Mas a Bruna ficou com raiva porque queria que fosse surpresa. Tinha de ser na terça-feira, porque na segunda orei falando que queria que fosse no dia seguinte. Contei para o noivo da minha irmã como tudo aconteceu e ele me disse: “Posso falar mais uma coisa para confirmar isso? Domingo, enquanto você estava tocando, ela ouviu uma voz falando ‘Dá uma bateria para o Léo’. Ela ficou relutando com aquilo. Falando ‘não, uma bateria custa R$ 950’â€. Eu tocando e ela olhando para mim. Ela virou para o Bruce, o noivo dela, e disse: “O que você acha de eu dar uma bateria para o Léoâ€. Ele falou: “perfeitoâ€. Ela disse: “Estou sentindo o desejo de dar para ele. Tenho que dar para eleâ€.  

Na quarta-feira, quando ela descobriu que a surpresa tinha acabado, ficou com raiva. Até hoje não tive a oportunidade de contar para ela que foi necessário minha mãe ter me contado na terça-feira. Terça-feira foi o dia da minha vitória porque foi um dia depois de eu pedir.

Hoje, minha bateria está lá, consigo ensaiar toda vez que chego do trabalho. Incomodo os vizinhos, mas domingo toco, não perco a pegada, não me canso mais como me cansava, tiro músicas mais rápido e tenho certeza que foi para honra e glória do nome do Senhor que ela me deu essa bateria.

XXXXX

pode-falar-elaine.JPG Elaine Lincoln Barreto, 24 anos

“Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos seus profetas, e prosperareisâ€, 2Cr 20.20  “Sempre seja Deus verdadeiro, e todo o homem mentiroso (…)â€, Rm 3.4  Sonhos são absolutamente particulares. Não existem para serem entendidos, mas para exercitarmos a nossa fé. Pelo menos essa é a minha teoria. E é por assim pensar que eu relato um dos meus. Pode ser pequeno, mas um dos primeiros que tive, posso dizer que essa é uma das minhas primeiras experiências concretas com Deus. Nasci e me criei num conjunto de apartamentos na Zona Norte do Rio de Janeiro. Nunca foi um lugar maravilhoso. Passei toda a minha infância trancada em casa vendo as outras crianças brincar. Sair não era muito seguro, porque as outras crianças sempre implicavam comigo e com meu irmão. E era sempre assim.

Na adolescência mudou um pouco. Comecei a sair mais e o problema era a segurança, ou a falta absoluta dela. Por ser perto de um complexo de favelas, o conjunto em que morava tornou-se área de risco. Que vergonha ter que dizer isso, mas é a verdade. Tive o privilégio de conhecer Jesus aos 14 anos e contei a Ele o meu desejo de sair daquele lugar. Não gostava do apartamento, que era pequeno, não gostava da falta de educação de alguns vizinhos, não gostava dos incidentes que vez ou outra ocorriam, enfim. Queria mesmo sair dali. E mais que necessidade, tornou-se um sonho.

Logo no início da minha conversão, Deus falou através de alguns profetas que eu e minha família sairíamos de lá muito rápido. E como toda recém-convertida, fiquei muito empolgada pensando que Deus era muito bom, porque eu mal havia decidido segui-lo e Ele já estava me dando o que havia pedido. Entretanto, alguns anos se passaram. Vou abreviar os acontecimentos para ser mais objetiva, mas vale registrar que não foi nada fácil ter que esperar 10 anos inteiros para alcançar esse sonho. Já haviam se passado nove anos e nada. Eu ainda morava no mesmo lugar que a cada dia estava pior em todos os aspectos. E quanto menos chances concretas nós tínhamos de nos mudar, mais vinham profetas dizendo que nós nos mudaríamos. Certa vez, Deus usou uma irmã para dizer a minha mãe que encaixotasse suas coisas que a mudança seria muito rápida. Nós passamos 6 meses com várias coisas encaixotadas dentro de casa. Nós realmente acreditávamos.

Mas nunca faltaram pessoas para dizer: “Vocês estão malucos. Isso é impossível. Acreditar nessa história de profecia é muito perigosoâ€. Era muito difícil saber em quem acreditar: na razão ou no sobrenatural. Cheguei a desacreditar absurdamente. Uso esse termo, porque num certo momento fiquei muito perdida sem saber em que acreditar. Cheguei a dizer que Deus mentiu, mesmo tendo a plena certeza de que Ele nunca mente. Sempre achamos que conosco ele resolveu desistir, mentir, mudar de idéia. O problema é que não sabemos esperar, pelo menos eu não soube esperar decentemente. Abandonei minhas funções na igreja como tecladista na equipe de louvor e dirigente do grupo de adolescente. Algumas pessoas podem julgar dizendo que é um motivo muito bobo para desistir, mas eu não estava suportando toda aquela situação.

Meu irmão, que estava desviado da igreja, sempre dizia que a minha vida de ensaios, congressos, vigílias, campanhas e cultos não serviam para nada. Ele saiu de casa e foi morar com a minha avó, o que abalou muito meus pais. A situação mudou repentinamente. Minha mãe e eu procurávamos há alguns meses um lugar para morar perto da igreja em que congregávamos. Andamos tudo, e nada. Até que, em dezembro de 2007, comentei com uma das adolescentes do tal grupo que dirigia que me avisasse caso soubesse de alguma casa vazia na rua dela, um lugar calmo e perto da minha igreja. Ela soube de uma e me avisou.

A história da casa foi outra novela. Risos. Posso dizer que na segunda-feira, dia 25 de fevereiro de 2008, eu estava no auge da desistência e na outra segunda, dia 3 de março de 2008, eu estava na minha casa nova. Não posso relatar isso sem escrever: GLÓRIA DEUS! Tudo aconteceu exatamente como Deus falou: rápido! Essa foi a palavra. Soubemos numa quarta-feira que a casa seria nossa. Na quinta, levamos os documentos e na sexta assinamos o contrato. No sábado, limpamos a casa nova. No domingo, terminamos de desmontar nossas coisas e, na segunda, o caminhão fez a mudança.

DEUS É FIEL MESMO! E se não tivéssemos obedecido quando a profeta nos falou para encaixotarmos as coisas, não teríamos conseguido fazer a mudança a tempo. Deus nos deu uma casa (como pedíamos), espaçosa (como pedíamos), com 3 quartos (como pedíamos), num lugar tranqüilo (como pedíamos), com garagem, varanda, copa e quarto nos fundos e móveis novos (essas últimas coisas foi Ele que acrescentou. Risos). Ainda nos momentos de inteira descrença, eu tentava falar com Deus. Conversava, discutia e até brigava com Ele. Num certo momento, fiquei aborrecida por Ele não querer me dar o que eu queria na hora que eu queria e fiquei sem falar com Ele.

Isso é o relato de uma pessoa se relacionando com Deus. Essa foi a minha forma. No final das contas, realizar o meu sonho foi um pretexto de Deus para se aproximar de mim. Ele sabe nossas necessidades e não nos priva de nenhuma delas. Comigo Deus foi fiel e sempre será com todo os que esperarem nele.  

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O que você faria por Jesus?

19 de Junho de 2008 por cpad

O que você faria por Cristo?

A próxima edição da JC tratá uma matéria contando casos de pessoas que fizeram “loucuras” por Cristo. Como assim? Para declarar as Boas Novas, pregaram no ônibus durante um passeio, no coreto de uma praça, onde algumas pessoas comemoravam o carnaval, ou pediram para dar um recado no microfone em plena festa de rua e aproveitaram para pregar. Esses são alguns relatos que ouvimos e nos fizeram ter a idéia de escrever uma matéria.

E você? Conhece algum “louco” desses que contaria sua história para nós?

Fabiana Almeida

geracaojc@cpad.com.br

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Limites sim!

10 de Junho de 2008 por cpad

Limites sim! 

Coração acelerado. Suor frio. Pernas bambas. Estas são algumas sensações constantes quando estamos apaixonados. E não me diga que não. Quem nunca sentiu isso que atire a primeira pedra em todos os mortais que se derretem pelo ser amado ou amada. Eu, Gláucia Montes, confesso: sou uma romântica assumida e levanto a bandeira que o amor é lindo e brega! (risos) Deixa eu explicar melhor.

Por hora, é inspirador ver aquele casal apaixonado. É tanto amor, chamego, carinho. Mas depois de um tempo, sai de baixo para tanto “eu te amoâ€, tanta vontade de estar perto… Tudo fica exagerado, mas, para nós, que estamos de fora, porque para os apaixonados em questão esse mel todo é insuficiente para demonstrar o amor que existe.

Com o passar do tempo, a intimidade só aumenta. O beijo e o abraço não bastam para esse casal tão apaixonado. E, agora: ceder às carícias e ao sexo ou dizer não? Resposta óbvia para os jovens cristãos, certo? Também achava, até me deparar com dados preocupantes que comprovam que mais da metade dos adolescentes entrevistados em uma pesquisa – e, detalhe, que cresceram na igreja – já praticaram relações sexuais. Isto sem falar nas tais carícias, amassos…

Quando olhei esses dados, infelizmente, lembrei dos muitos casos que conheço. E, principalmente, pensei nas conseqüências que tais escolhas trouxeram para essas pessoas. Você acha possível ceder à tentação sem nenhuma conseqüência? Esta foi a minha investigação.

Acompanhe na matéria de capa desta edição da GeraçãoJC. Será uma imensa satisfação dividir com vocês os depoimentos e testemunhos dos personagens. Confira ainda as dicas dos especialistas que colaboraram conosco: o pastor baiano Josué Brandão e a psicóloga Sônia Pires Ramos, de Sampa.

Os assinantes da revista podem conferir entrevistas e outros casos sobre o mesmo assunto no link http://www.cpad.com.br/cpad/paginas/revista_jc.htm.    Gláucia Montes

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